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Ong Aricá e estudantes da Univag realizam ação de limpeza na ponte do Rio Manso

A Ong Aricá (Associação do Rio Cuiabá e seus Afluentes), juntamente com alunos do curso de engenharia ambiental da Univag, conhecidos como o grupo “Bicho de Aroeira”, visitaram hoje a secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Meio Ambiente para firmar uma parceria para a realização de limpeza na ponte da Usina do Manso (120 Km de Chapada dos Guimarães).

A Ong, que existe há quatro anos e vem desenvolvendo suas ações em parceria com o Bicho de Aroeira, pretende fixar placas de sensibilização sobre o lixo deixado pelos freqüentadores no local, assim como tambores para depósito de resíduos. A presidente da ONG, Sandra Coelho confirmou a ação para o dia 23 de julho e pretende reunir em torno de 25 a 30 pessoas neste dia.

A secretaria disponibilizou um caminhão para recolher o lixo desta ação. Sandra ressaltou que durante o Festival de Inverno (28 de julho a 5 de agosto) pretende montar uma tenda na cidade, intitulada “Tenda do Absurdo”, com lixo recolhido de vários pontos turísticos da região, mas somente lixo considerado absurdo. “Frequentemente encontramos fogão, colchão, geladeira, até carcaça de moto e carro em locais frequentados por muitas pessoas. Queremos criar um impacto com o descaso do descarte do lixo orgânico e dos resíduos sólidos”, ressaltou. A Ong já desenvolveu ações em Nobres, Acorizal, Várzea Grande, Cuiabá e no rio Paraguai.

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Um verdadeiro “emaranhado invisível” que se espalha pelos postes de Mato Grosso começou a ser desmontado — e os números impressionam. Mais de 11 toneladas de cabos irregulares e abandonados já foram retiradas desde o início do ano durante a Operação Telefone Sem Fio, que intensificou ações em diversas cidades do estado. Na prática, o que parecia apenas poluição visual escondia riscos reais. Fios soltos, baixos ou instalados de forma clandestina vinham se acumulando sobre ruas e avenidas, aumentando o perigo de acidentes, choques elétricos e até incêndios. Só na região metropolitana de Cuiabá, cerca de 8 toneladas desse material foram removidas em pouco mais de três meses. A operação, realizada em parceria entre a Energisa e prefeituras, tem avançado com fiscalizações mais rígidas e resposta direta a denúncias da população. Em Cuiabá, equipes têm ido às ruas diariamente após receberem registros de moradores que flagraram verdadeiros “ninhos de fios” pendurados nos postes. Segundo a Secretaria de Ordem Pública, a quantidade de irregularidades é significativa e exige uma força-tarefa constante. Empresas que utilizam a estrutura sem autorização ou fora das normas técnicas estão na mira da fiscalização e podem ter seus cabos retirados sem aviso prévio. Leia Também: Várzea Grande amplia horário de atendimento em unidades de saúde devido aumento de viroses a partir desta quarta-feira (18) O problema vai além da desorganização urbana. Muitas dessas redes pertencem a empresas clandestinas, que operam sem contrato e sem qualquer controle técnico, colocando em risco quem circula pelas vias públicas. A ausência de manutenção adequada transforma os fios em uma ameaça silenciosa no dia a dia. A legislação permite o compartilhamento dos postes entre distribuidoras de energia e empresas de telecomunicações, mas impõe regras claras — que, na prática, nem sempre são respeitadas. Quando isso acontece, o resultado aparece nos postes sobrecarregados e nas ruas expostas ao perigo. A ofensiva continua. No próximo domingo (19), uma nova etapa da operação será realizada na Avenida dos Trabalhadores, em Cuiabá, reunindo diferentes órgãos em mais um mutirão para retirar cabos irregulares. A meta é clara: reduzir riscos e devolver segurança à população, enquanto o alerta segue — fios fora do padrão não são apenas feios, são perigosos.

Foto de Suporte

Suporte

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