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ARTIGO: A ortopedia no cuidado do atleta profissional

Em 1995, foi criada a Lei n° 9615, no Brasil, instituindo que as entidades de prática desportiva formalizassem contratos com os atletas profissionais, garantindo o direitos deles. No mesmo ano, foi criado o Dia do Atleta Profissional, celebrado em 10 de fevereiro. Essa data serve para lembrar de todo o sacrifício e dedicação que esse profissional deve ter no seu dia a dia.

Na acepção da palavra, para ser considerado um profissional, o atleta precisa viver do esporte. Mas na prática isso vai muito além. Ele deve agir como tal durante 24h do seu dia – não só durante os treinos ou competições. Deve dormir como atleta, comer como atleta e, ai sim, treinar e competir como atleta.

Buscando a melhora do seu desempenho, quebrando recordes e conquistando resultados, eles possuem habilidades excepcionais no esporte que praticam. E para que o rendimento seja o máximo possível, um bom acompanhamento médico é essencial. É aí que entra o ortopedista, profissional ideal para ajudar na manutenção do corpo do atleta.

O ortopedista vai agir no tratamento dos agravos provocados pelas atividades diárias e também na prevenção das lesões osteomusculares, contribuindo dessa forma para a manutenção da performance e do desempenho em alta intensidade.

O especialista precisa estar atento aos sinais que o corpo do atleta emite, pois as dores e desconfortos musculares podem ser um sinal preditivo, que se abordados precocemente podem evitar uma lesão mais séria e o consequente afastamento das atividades.

Seguindo uma rotina rigorosa de treinos, alimentação e descanso, participam de competições de alto nível em de busca reconhecimento e premiações. Para isso, alguns cuidados básicos precisam ser tomados no dia a dia, como ter atenção à alimentação, hidratação e ao descanso adequado. Focar também em treino de força, independente da atividade que exerça, pois só um corpo forte é capaz de entregar desempenho e performance esportiva.

Enquanto os atletas amadores conciliam o esporte com outras atividades, os profissionais dedicam tempo integral aos treinos e competem em níveis mais altos e exigentes. Mas, sendo profissional ou amador, em caso de dores persistentes ou quadros de desconforto, é essencial buscar orientação de um médico ortopedista membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

Dr. Jhone Pereira é Ortopedista, médico do Cuiabá Esporte Clube, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM Cirurgia da Mão) e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT MT).

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Um verdadeiro “emaranhado invisível” que se espalha pelos postes de Mato Grosso começou a ser desmontado — e os números impressionam. Mais de 11 toneladas de cabos irregulares e abandonados já foram retiradas desde o início do ano durante a Operação Telefone Sem Fio, que intensificou ações em diversas cidades do estado. Na prática, o que parecia apenas poluição visual escondia riscos reais. Fios soltos, baixos ou instalados de forma clandestina vinham se acumulando sobre ruas e avenidas, aumentando o perigo de acidentes, choques elétricos e até incêndios. Só na região metropolitana de Cuiabá, cerca de 8 toneladas desse material foram removidas em pouco mais de três meses. A operação, realizada em parceria entre a Energisa e prefeituras, tem avançado com fiscalizações mais rígidas e resposta direta a denúncias da população. Em Cuiabá, equipes têm ido às ruas diariamente após receberem registros de moradores que flagraram verdadeiros “ninhos de fios” pendurados nos postes. Segundo a Secretaria de Ordem Pública, a quantidade de irregularidades é significativa e exige uma força-tarefa constante. Empresas que utilizam a estrutura sem autorização ou fora das normas técnicas estão na mira da fiscalização e podem ter seus cabos retirados sem aviso prévio. Leia Também: Várzea Grande amplia horário de atendimento em unidades de saúde devido aumento de viroses a partir desta quarta-feira (18) O problema vai além da desorganização urbana. Muitas dessas redes pertencem a empresas clandestinas, que operam sem contrato e sem qualquer controle técnico, colocando em risco quem circula pelas vias públicas. A ausência de manutenção adequada transforma os fios em uma ameaça silenciosa no dia a dia. A legislação permite o compartilhamento dos postes entre distribuidoras de energia e empresas de telecomunicações, mas impõe regras claras — que, na prática, nem sempre são respeitadas. Quando isso acontece, o resultado aparece nos postes sobrecarregados e nas ruas expostas ao perigo. A ofensiva continua. No próximo domingo (19), uma nova etapa da operação será realizada na Avenida dos Trabalhadores, em Cuiabá, reunindo diferentes órgãos em mais um mutirão para retirar cabos irregulares. A meta é clara: reduzir riscos e devolver segurança à população, enquanto o alerta segue — fios fora do padrão não são apenas feios, são perigosos.

Foto de Roseli

Roseli

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